Chips neuromórficos imitam a estrutura do cérebro com neurônios artificiais que se comunicam via pulsos elétricos (spikes), processando informação de forma massivamente paralela e com consumo energético ultra-baixo. O cérebro humano consome ~20W enquanto os supercomputadores atuais consomem megawatts. Intel Loihi 2, IBM TrueNorth e SpiNNaker são chips neuromórficos experimentais que prometem revolucionar Edge AI e robótica.